Autor: Janguas
Instituição apoiada: APAE Engenheiro Beltrão
Restou-me a beira do cais,
e minha espera por teu retornar.
Por companhia a presença das ondas
que tentam me alcançar.
Não se tristes pedem clemência,
ou se felizes estão a bailar.
Me lembram lágrimas desprezadas
que tentam aos olhos voltar.
Abandono a beira do cais…
nunca mais pretendo chorar…